segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Petrolina aí vamos nós...
Esta semana estaremos viajando para Petrolina, vamos nos encontrar com as meninas no Seminário do Gestar II. É o Gestar dando frutos e aumentando a rede do saber!!!!!
domingo, 22 de novembro de 2009
Cordel - Nossas professoras artistas...
GESTAR II – Encontro: 17.11.2009 TP1 p. 138 Equipe3: Adailza Oliveira e Silva (V.M.)
Ana Maria Tavares dos Santos (V.M.)
Graça Macêdo (V.M.)
Sônia Vieira (V.M.)
Maria de Lourdes (V.M.)
Maria José Santos (Duque)
Com muita fome a raposa
Encontra o parreiral
Dá um salto fantástico
Mas não consegue alcançar
Os cachos de uvas verdinhas
Uvas grandes tentadoras
Prá sua fome saciar
Caminhando, descobriu
Que poderia então
Usar sua esperteza
Empurrando com cuidado
A grande pedra encontrada
E com isso completar
A sua grande empreitada
Pulou mas não conseguiu
O grande cacho tirar
Tentou de novo e nada
Começou a se invocar
Desistiu com muita raiva
Sem as uvas saborear
Ana Maria Tavares dos Santos (V.M.)
Graça Macêdo (V.M.)
Sônia Vieira (V.M.)
Maria de Lourdes (V.M.)
Maria José Santos (Duque)
Com muita fome a raposa
Encontra o parreiral
Dá um salto fantástico
Mas não consegue alcançar
Os cachos de uvas verdinhas
Uvas grandes tentadoras
Prá sua fome saciar
Caminhando, descobriu
Que poderia então
Usar sua esperteza
Empurrando com cuidado
A grande pedra encontrada
E com isso completar
A sua grande empreitada
Pulou mas não conseguiu
O grande cacho tirar
Tentou de novo e nada
Começou a se invocar
Desistiu com muita raiva
Sem as uvas saborear
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Texto- Variações Linguísticas
Artigo publicado no caderno "I", Coluna "Opinião", edição nº 6085 do Jornal de Uberaba, p. 02, dia 06/01/2007.
Ormezinda Maria Ribeiro- Aya é Doutora em Lingüística e Língua Portuguesa pela Unesp. aya_ribeiro@yahoo.com.br
Um passeio pelas gírias através dos tempos
Ainda garoto, levei uma taboa, nos idos de 1930. Eu era um almofadinha, pé rapado, liso que nem pau-de-sebo. Fiquei jururu. É fato, mas jurei me tornar um figurão abonado pra nunca mais ouvir uma ladainha daquela lambisgóia. Fiquei quase uma década me recuperando dessa malfadada sorte. Depois resolvi recobrar o tempo perdido e correr atrás de um brotinho, um chuchu que conheci em um desses balangandans que freqüentava na época. Convidei aquela tetéia para assistir a uma chanchada, a coqueluche do momento. Foi a maior fuzarca. O pai dela não gostou nem um pouco. Levei uma carraspana. Só me esqueci desse bafafá dez anos depois. Tomei um chá de cadeira sem igual. Não seria fácil paquerar aquela uva. Ela não se esqueceu do fuzuê. Eu já estava ficando coroa, mas ainda era pra frente e bacana paca, um tremendão. Além do mais, meu chapa, nos anos 60 eu não era nenhum pé de chinelo. Era um cara boa pinta, tinha um carango envenenado, um papo firme. Desses de fazer qualquer gata gamar. E uma coisa era certa não era pelego e nem cafona. Resolvi dar uma esticada e encarar uma boazuda. Estava a fim de uma gata barra-limpa e não era de mancar. Mas ela tirou onda no maior ziriguidum. Veio com aquele papo furado e eu, que estava naquela de pode vir quente que estou fervendo, curti a maior fossa. Mais 10 anos, Bicho, desisti da uvinha que a essas alturas já estava meio passada, um bicho grilo Não era mais um pedaço-de-mau-caminho. E eu anda era um pão. Não era de se jogar fora. Estava a fim de uma fofa. Numa boa, podes crer! Tentei fazer a cabeça dela. Que barra! Eu estava por fora. Ela não gostou da chacrinha. Entrei pelo cano. Foi chocrível: ela me chamou de goiaba e deu no pé. Já era. Enveredei pela política. Virei biônico, fiquei careta, o maior caxias. Deixei de ser aquele cara jóia que transava o amor no maior breu, curtindo adoidado. Nem tchum para as coisas do coração. Meu negócio era tutu, bufunfa, grana maneira. Entrei de bode nos anos 80, meio deprê, mergulhei naquele economês fajuto, preocupado com as patrulhas ideológicas, vendo a beleza passar no movimento daquelas minas de fio dental. Que massa! Como me senti brega! Chegaram os anos 90 e eu decidi acordar para a vida. Nas ruas, os caras pintadas faziam pressão. Já aposentado, por pouco levaria a pecha de boiola. As minas da minha galera viraram gastinhas. Embacei demais. Fiquei muito tempo pagando um sapo Vou entrar de sola em outra praia. Estou na área e vou lançar meu olhar quarenta e três, pensei. Antenado, quis deixar de ser um mala e parti para a azaração. Não queria mais queimar o filme. Descobri que ficar é o bicho. Chega de rolo e de encoleirar. Achei uma pitchula lipada e fui sintonizar o canal. Sou um animal. Estava convencido. Vestido como um mauricinho à procura de uma patricinha filé que me desse mole, fui chavecar. Não sou nenhum papa-anjo, mas resolvi jogar meu papo um-sete-um pra cima da primeira maria gasoza que me atravessasse. Estava disposto a liberar a verba. Que furo! Paguei o maior mico! Amarradão, encarnei uma ganzepa meio fubanga. A essas alturas da vida, Mano Brown, não poderia escolher muito. O que pode querer um velho rico e solitário? Também não estava a fim de nenhuma perua tranquera. Estava me sentindo assim fuderoso. Meio travado, entrei de sola, cheguei na popozuda. Escamosa, me chamou de tio sukita. O vacilão aqui ainda pensou que era elogio. Fiquei na pista. É mesmo o fim do século. Pirei na batatinha, quando um Lobão chegou de lado e mandou: “Ai, vei, valeu! Simbora que eu vou vazar com a cachorrona”. Aí já era demais! Outra táboa esse meu coração matusalém não agüentaria. Viajei no tempo... Fui!...
Ormezinda Maria Ribeiro- Aya é Doutora em Lingüística e Língua Portuguesa pela Unesp. aya_ribeiro@yahoo.com.br
Um passeio pelas gírias através dos tempos
Ainda garoto, levei uma taboa, nos idos de 1930. Eu era um almofadinha, pé rapado, liso que nem pau-de-sebo. Fiquei jururu. É fato, mas jurei me tornar um figurão abonado pra nunca mais ouvir uma ladainha daquela lambisgóia. Fiquei quase uma década me recuperando dessa malfadada sorte. Depois resolvi recobrar o tempo perdido e correr atrás de um brotinho, um chuchu que conheci em um desses balangandans que freqüentava na época. Convidei aquela tetéia para assistir a uma chanchada, a coqueluche do momento. Foi a maior fuzarca. O pai dela não gostou nem um pouco. Levei uma carraspana. Só me esqueci desse bafafá dez anos depois. Tomei um chá de cadeira sem igual. Não seria fácil paquerar aquela uva. Ela não se esqueceu do fuzuê. Eu já estava ficando coroa, mas ainda era pra frente e bacana paca, um tremendão. Além do mais, meu chapa, nos anos 60 eu não era nenhum pé de chinelo. Era um cara boa pinta, tinha um carango envenenado, um papo firme. Desses de fazer qualquer gata gamar. E uma coisa era certa não era pelego e nem cafona. Resolvi dar uma esticada e encarar uma boazuda. Estava a fim de uma gata barra-limpa e não era de mancar. Mas ela tirou onda no maior ziriguidum. Veio com aquele papo furado e eu, que estava naquela de pode vir quente que estou fervendo, curti a maior fossa. Mais 10 anos, Bicho, desisti da uvinha que a essas alturas já estava meio passada, um bicho grilo Não era mais um pedaço-de-mau-caminho. E eu anda era um pão. Não era de se jogar fora. Estava a fim de uma fofa. Numa boa, podes crer! Tentei fazer a cabeça dela. Que barra! Eu estava por fora. Ela não gostou da chacrinha. Entrei pelo cano. Foi chocrível: ela me chamou de goiaba e deu no pé. Já era. Enveredei pela política. Virei biônico, fiquei careta, o maior caxias. Deixei de ser aquele cara jóia que transava o amor no maior breu, curtindo adoidado. Nem tchum para as coisas do coração. Meu negócio era tutu, bufunfa, grana maneira. Entrei de bode nos anos 80, meio deprê, mergulhei naquele economês fajuto, preocupado com as patrulhas ideológicas, vendo a beleza passar no movimento daquelas minas de fio dental. Que massa! Como me senti brega! Chegaram os anos 90 e eu decidi acordar para a vida. Nas ruas, os caras pintadas faziam pressão. Já aposentado, por pouco levaria a pecha de boiola. As minas da minha galera viraram gastinhas. Embacei demais. Fiquei muito tempo pagando um sapo Vou entrar de sola em outra praia. Estou na área e vou lançar meu olhar quarenta e três, pensei. Antenado, quis deixar de ser um mala e parti para a azaração. Não queria mais queimar o filme. Descobri que ficar é o bicho. Chega de rolo e de encoleirar. Achei uma pitchula lipada e fui sintonizar o canal. Sou um animal. Estava convencido. Vestido como um mauricinho à procura de uma patricinha filé que me desse mole, fui chavecar. Não sou nenhum papa-anjo, mas resolvi jogar meu papo um-sete-um pra cima da primeira maria gasoza que me atravessasse. Estava disposto a liberar a verba. Que furo! Paguei o maior mico! Amarradão, encarnei uma ganzepa meio fubanga. A essas alturas da vida, Mano Brown, não poderia escolher muito. O que pode querer um velho rico e solitário? Também não estava a fim de nenhuma perua tranquera. Estava me sentindo assim fuderoso. Meio travado, entrei de sola, cheguei na popozuda. Escamosa, me chamou de tio sukita. O vacilão aqui ainda pensou que era elogio. Fiquei na pista. É mesmo o fim do século. Pirei na batatinha, quando um Lobão chegou de lado e mandou: “Ai, vei, valeu! Simbora que eu vou vazar com a cachorrona”. Aí já era demais! Outra táboa esse meu coração matusalém não agüentaria. Viajei no tempo... Fui!...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Letramento
Letramento, segundo Magda Soares
Um texto da professora Magda Becker Soares, que fala sobre as diferenças entre letramento e alfabetização. Ela destaca a importância do aluno ser alfabetizado em um contexto onde leitura e escrita tenham sentido. Publicado no jornal Diário do Grande ABC em 29 de agosto de 2003.
Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno. Magda Becker Soares, professora titular da Faculdade de Educação da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e doutora em educação, explica que ao olharmos historicamente para as últimas décadas, poderemos observar que o termo alfabetização, sempre entendido de uma forma restrita como aprendizagem do sistema da escrita, foi ampliado. Já não basta aprender a ler e escrever, é necessário mais que isso para ir além da alfabetização funcional (denominação dada às pessoas que foram alfabetizadas, mas não sabem fazer uso da leitura e da escrita). O sentido ampliado da alfabetização, o letramento, de acordo com Magda, designa práticas de leitura e escrita. A entrada da pessoa no mundo da escrita se dá pela aprendizagem de toda a complexa tecnologia envolvida no aprendizado do ato de ler e escrever. Além disso, o aluno precisa saber fazer uso e envolver-se nas atividades de leitura e escrita. Ou seja, para entrar nesse universo do letramento, ele precisa apropriar-se do hábito de buscar um jornal para ler, de frequentar revistarias, livrarias, e com esse convívio efetivo com a leitura, apropriar-se do sistema de escrita. Afinal, a professora defende que, para a adaptação adequada ao ato de ler e escrever, “é preciso compreender, inserir-se, avaliar, apreciar a escrita e a leitura”. O letramento compreende tanto a apropriação das técnicas para a alfabetização quanto esse aspecto de convívio e hábito de utilização da leitura e da escrita.
“Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca idéias.“(Pablo Neruda)
Um texto da professora Magda Becker Soares, que fala sobre as diferenças entre letramento e alfabetização. Ela destaca a importância do aluno ser alfabetizado em um contexto onde leitura e escrita tenham sentido. Publicado no jornal Diário do Grande ABC em 29 de agosto de 2003.
Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno. Magda Becker Soares, professora titular da Faculdade de Educação da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e doutora em educação, explica que ao olharmos historicamente para as últimas décadas, poderemos observar que o termo alfabetização, sempre entendido de uma forma restrita como aprendizagem do sistema da escrita, foi ampliado. Já não basta aprender a ler e escrever, é necessário mais que isso para ir além da alfabetização funcional (denominação dada às pessoas que foram alfabetizadas, mas não sabem fazer uso da leitura e da escrita). O sentido ampliado da alfabetização, o letramento, de acordo com Magda, designa práticas de leitura e escrita. A entrada da pessoa no mundo da escrita se dá pela aprendizagem de toda a complexa tecnologia envolvida no aprendizado do ato de ler e escrever. Além disso, o aluno precisa saber fazer uso e envolver-se nas atividades de leitura e escrita. Ou seja, para entrar nesse universo do letramento, ele precisa apropriar-se do hábito de buscar um jornal para ler, de frequentar revistarias, livrarias, e com esse convívio efetivo com a leitura, apropriar-se do sistema de escrita. Afinal, a professora defende que, para a adaptação adequada ao ato de ler e escrever, “é preciso compreender, inserir-se, avaliar, apreciar a escrita e a leitura”. O letramento compreende tanto a apropriação das técnicas para a alfabetização quanto esse aspecto de convívio e hábito de utilização da leitura e da escrita.
“Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca idéias.“(Pablo Neruda)
domingo, 4 de outubro de 2009
Trabalhando o Gênero Entrevista
GESTAR II – VI ENCONTRO
Caruaru, 23 de setembro de 2009 (Colégio Municipal)
Equipe quatro: Adailza Oliveira e Silva
Ana Maria Tavares dos Santos
Giane Quixabeira
Graça (do Vicente Monteiro)
Maria José França
Maria de Lourdes de Lima
Paula Leal
Sônia Maria Vieira
ENTREVISTA
Entrevistar um (a) farmacêutico (a).
1. Qual é o seu nome?
R. Sandyonara Camila Ramos
2. Qual a formação necessária para exercer a profissão de farmacêutico?
R.. Curso superior em Farmácia.
3. Onde você fez o curso superior?
R. Em Maceió – AL
4. Há quanto tempo você é formada?
R. Há cinco anos. Assim que terminei o curso comecei a trabalhar.
5. Qual foi sua especialização?
R. Sou especializada em Bioquímica e tenho Pós-Graduação em Farmácia Magistral (Manipulação).
6. O que a levou a escolher esta profissão?
R. Opção. E deu certo.
7. Qual o pior e o melhor momento profissional?
R. O pior não existe, pois o medo me induz a buscar a ajuda dos colegas de profissão, categoria bastante unida. O maravilhoso momento foi perceber a acertada escolha profissional onde me identifiquei e atuo.
8. Qual é a função real de um (a) farmacêutico (a)?
R. Prestar atenção farmacêutica, tirando as dúvidas dos clientes em relação à medicação e seu uso.
9. Quais são suas responsabilidades?
R. Tirar todas as dúvidas dos clientes, esclarecendo-os acerca da medicação prescrita pelo (a) médico (a).
10. Você pode prescrever receitas, aferir pressão arterial e aplicar injetáveis?
R. Prescrever receitas, não. Aferir PA e aplicar injetáveis, sim.
11. Que atitude você toma quando um (a) cliente chega com uma prescrição de receituário ilegível?
R. Peço ao cliente para retornar ao profissional que o atendeu e solicitar uma nova prescrição do receituário. Em letra de forma, pelo menos.
12. O que é medicação alopata, homeopática e fitoterápica?
R. A medicação alopata é sintética, industrializada. A homeopática e a fitoterápica são as naturais, inclusive os chás.
13. Você tem CRF? Pode nos fornecê-lo?
R. Sim. Pois não. O meu CRF-PE é: 3300.
14. Você concorda em assinar esta entrevista?
R. Sim.
15. Cite seu local de trabalho atual.
R. Droga Rápida –Av. Agamenon Magalhães –Maurício de Nassau – Caruaru-PE
Caruaru, 23 de setembro de 2009 (Colégio Municipal)
Equipe quatro: Adailza Oliveira e Silva
Ana Maria Tavares dos Santos
Giane Quixabeira
Graça (do Vicente Monteiro)
Maria José França
Maria de Lourdes de Lima
Paula Leal
Sônia Maria Vieira
ENTREVISTA
Entrevistar um (a) farmacêutico (a).
1. Qual é o seu nome?
R. Sandyonara Camila Ramos
2. Qual a formação necessária para exercer a profissão de farmacêutico?
R.. Curso superior em Farmácia.
3. Onde você fez o curso superior?
R. Em Maceió – AL
4. Há quanto tempo você é formada?
R. Há cinco anos. Assim que terminei o curso comecei a trabalhar.
5. Qual foi sua especialização?
R. Sou especializada em Bioquímica e tenho Pós-Graduação em Farmácia Magistral (Manipulação).
6. O que a levou a escolher esta profissão?
R. Opção. E deu certo.
7. Qual o pior e o melhor momento profissional?
R. O pior não existe, pois o medo me induz a buscar a ajuda dos colegas de profissão, categoria bastante unida. O maravilhoso momento foi perceber a acertada escolha profissional onde me identifiquei e atuo.
8. Qual é a função real de um (a) farmacêutico (a)?
R. Prestar atenção farmacêutica, tirando as dúvidas dos clientes em relação à medicação e seu uso.
9. Quais são suas responsabilidades?
R. Tirar todas as dúvidas dos clientes, esclarecendo-os acerca da medicação prescrita pelo (a) médico (a).
10. Você pode prescrever receitas, aferir pressão arterial e aplicar injetáveis?
R. Prescrever receitas, não. Aferir PA e aplicar injetáveis, sim.
11. Que atitude você toma quando um (a) cliente chega com uma prescrição de receituário ilegível?
R. Peço ao cliente para retornar ao profissional que o atendeu e solicitar uma nova prescrição do receituário. Em letra de forma, pelo menos.
12. O que é medicação alopata, homeopática e fitoterápica?
R. A medicação alopata é sintética, industrializada. A homeopática e a fitoterápica são as naturais, inclusive os chás.
13. Você tem CRF? Pode nos fornecê-lo?
R. Sim. Pois não. O meu CRF-PE é: 3300.
14. Você concorda em assinar esta entrevista?
R. Sim.
15. Cite seu local de trabalho atual.
R. Droga Rápida –Av. Agamenon Magalhães –Maurício de Nassau – Caruaru-PE
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Criando Jingles
FARMÁCIA VIVA MAIS
SE VOCÊ ESTÁ DOENTE
DOU UM CONSELHO A VOCÊ
A FARMÁCIA VIVA MAIS
TEM REMÉDIO PRA VALER
O PRECINHO É TÃO PEQUENO
QUE QUASE NÃO DA PRA VÊ
COM O PISO VOCÊ COMPRA
É VERDADE PODE CRER
SE VOCÊ ESTÁ DOENTE
DOU UM CONSELHO A VOCÊ
A FARMÁCIA VIVA MAIS
TEM REMÉDIO PRA VALER
O PRECINHO É TÃO PEQUENO
QUE QUASE NÃO DA PRA VÊ
COM O PISO VOCÊ COMPRA
É VERDADE PODE CRER
As meninas arrasando nos Gêneros Textuais
Se você quiser sempre testar
A paciência e se cansar,
Telemarketing é gênero
Para fazer qualquer
Cristão entediar
A educação é o viés
Para induzir, persuadir,
Mas por trás de tanta
Educação, existe sempre
Uma intenção;
Sim senhora
Não, senhora
Sim, senhor
Não, senhor
A paciência e se cansar,
Telemarketing é gênero
Para fazer qualquer
Cristão entediar
A educação é o viés
Para induzir, persuadir,
Mas por trás de tanta
Educação, existe sempre
Uma intenção;
Sim senhora
Não, senhora
Sim, senhor
Não, senhor
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA I
CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA – TP4
PAGINAS DE DIÁRIO FICTÍCIO E REAL
Grupo: Cachoeirinha
Luís Eduardo
Maria Imaculada
Maria Lúcia Jacinto
Rosemary Raimundo
Setembro de 2009.
SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS EM GÊNEROS TÊXTUAIS
OBJETIVO: Identificar as características de uma página de diário.
Produzir texto fictício com apoio de imagem.
DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES:
· Ler o texto Camping (página de diário fictícia).
· Analisar o texto coletivamente.
· Ler o texto Dear Mimmy (página de diário real).
· Comparar os textos fictício e real.
· Destacar as características do gênero (forma, linguagem, objetivo).
· Observar, após as leituras, as características:
- relato de cenas assumindo o ponto de vista do autor;
- expressão de sentimentos, pensamentos e opiniões;
- subjetividade;
- linguagem informal;
- anotações datadas e, ás vezes, com horas.
· Analisar as fotos e orientar as produções.
· Produzir textos de ficção.
· Apresentar o texto produzido a outro estudante.
· Avaliar textos com base na ficha de avaliação.
· Compor mural com as produções.
TEXTO A – FICTÍCIO
Camping
4 de janeiro. Querido diário: amanhã vamos procurar um lugar para acampar. Não agüentamos mais essa cidade.
7 de janeiro. Querido diário: achamos um lugar maravilhoso para camping. É tão bonito que papai combinou com uns amigos para voltarmos.
11 de janeiro. Querido diário: foi fantástico. Havia mais de dez casais com crianças, apaixonados pela natureza. A primavera está uma beleza. Limpamos um pouco o local, derrubamos algumas árvores e agora há mais espaço para todos.
27 de janeiro. Querido diário: o camping está cada vez melhor. Os vendedores ambulantes descobriram nosso acampamento e agora se pode comprar de tudo lá. O número de famílias aumentou muito e já tem gente que nunca vi mais gorda. Os casamentos são sempre comoventes. Já tem churrasqueiras e sanitários.
3 de fevereiro. Querido diário: conheci um amigo, Paulo. O pai dele é dono de uma farmácia e isso foi sorte porque sempre se precisa de quem entenda de saúde no mato. E de quem entenda de matemática também. Ah, fizeram umas ruas pelo meio da floresta. Falam em instalar água e luz no camping. É mais conforto.
27 de fevereiro. Querido diário: instalaram água e luz em boa hora, porque o camping está tão grande que precisava mesmo. Os ambulantes decidiram que é melhor ficar fixo lá e montaram umas tendas que não fecham a semana inteira, de tanta gente que vai lá. Paulo disse que o pai dele vai botar um ambulatório lá.
FRAGA, J. G. Camping. In Ficção. Rio de Janeiro, abr. 77.
Questionamentos
Inserimos algumas frases impertinentes no texto. Quais são elas?
Quem você imagina que faz esse diário? Que elementos do texto lhe sugeriram tal autor ou autora?
Identifique a introdução do texto.
Onde, no texto, começa a “complicação”, embora o (a) autor(a) não se dê conta disso.
O texto original termina em 6 de dezembro. Escreva o que você acha que poderia ser o texto no diário no dia 6 de dezembro, que corresponderia à resolução.
TEXTO B - REAL
ZLATA (11 ANOS) COMEÇOU A ESCREVER SEU DIÁRIO EM SETEMBRO DE 1991, MESES ANTES DE A GUERRA ATINGIR SEU PAÍS, A BÓSNIA, E DESTRUIR SUA CIDADE, SARAJEVO.
Produção de texto
Você vai escrever uma página de diário ficcional que será avaliada por um colega da classe e afixada no mural. Sua produção deve ser inspirada por uma das imagens abaixo. Observe-as e discuta-as com seus colegas.
FICHA DE AVALIAÇÃO
Avalie o texto, levando em consideração estas perguntas.
Os fatos são narrados a partir do ponto de vista da pessoa que você escolheu?
O texto expressa os sentimentos, pensamentos e opiniões dessa pessoa? Apresenta subjetividade?
A linguagem do texto é adequada ao público leitor?
Há indicação de data?
CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA – TP4
PAGINAS DE DIÁRIO FICTÍCIO E REAL
Grupo: Cachoeirinha
Luís Eduardo
Maria Imaculada
Maria Lúcia Jacinto
Rosemary Raimundo
Setembro de 2009.
SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS EM GÊNEROS TÊXTUAIS
OBJETIVO: Identificar as características de uma página de diário.
Produzir texto fictício com apoio de imagem.
DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES:
· Ler o texto Camping (página de diário fictícia).
· Analisar o texto coletivamente.
· Ler o texto Dear Mimmy (página de diário real).
· Comparar os textos fictício e real.
· Destacar as características do gênero (forma, linguagem, objetivo).
· Observar, após as leituras, as características:
- relato de cenas assumindo o ponto de vista do autor;
- expressão de sentimentos, pensamentos e opiniões;
- subjetividade;
- linguagem informal;
- anotações datadas e, ás vezes, com horas.
· Analisar as fotos e orientar as produções.
· Produzir textos de ficção.
· Apresentar o texto produzido a outro estudante.
· Avaliar textos com base na ficha de avaliação.
· Compor mural com as produções.
TEXTO A – FICTÍCIO
Camping
4 de janeiro. Querido diário: amanhã vamos procurar um lugar para acampar. Não agüentamos mais essa cidade.
7 de janeiro. Querido diário: achamos um lugar maravilhoso para camping. É tão bonito que papai combinou com uns amigos para voltarmos.
11 de janeiro. Querido diário: foi fantástico. Havia mais de dez casais com crianças, apaixonados pela natureza. A primavera está uma beleza. Limpamos um pouco o local, derrubamos algumas árvores e agora há mais espaço para todos.
27 de janeiro. Querido diário: o camping está cada vez melhor. Os vendedores ambulantes descobriram nosso acampamento e agora se pode comprar de tudo lá. O número de famílias aumentou muito e já tem gente que nunca vi mais gorda. Os casamentos são sempre comoventes. Já tem churrasqueiras e sanitários.
3 de fevereiro. Querido diário: conheci um amigo, Paulo. O pai dele é dono de uma farmácia e isso foi sorte porque sempre se precisa de quem entenda de saúde no mato. E de quem entenda de matemática também. Ah, fizeram umas ruas pelo meio da floresta. Falam em instalar água e luz no camping. É mais conforto.
27 de fevereiro. Querido diário: instalaram água e luz em boa hora, porque o camping está tão grande que precisava mesmo. Os ambulantes decidiram que é melhor ficar fixo lá e montaram umas tendas que não fecham a semana inteira, de tanta gente que vai lá. Paulo disse que o pai dele vai botar um ambulatório lá.
FRAGA, J. G. Camping. In Ficção. Rio de Janeiro, abr. 77.
Questionamentos
Inserimos algumas frases impertinentes no texto. Quais são elas?
Quem você imagina que faz esse diário? Que elementos do texto lhe sugeriram tal autor ou autora?
Identifique a introdução do texto.
Onde, no texto, começa a “complicação”, embora o (a) autor(a) não se dê conta disso.
O texto original termina em 6 de dezembro. Escreva o que você acha que poderia ser o texto no diário no dia 6 de dezembro, que corresponderia à resolução.
TEXTO B - REAL
ZLATA (11 ANOS) COMEÇOU A ESCREVER SEU DIÁRIO EM SETEMBRO DE 1991, MESES ANTES DE A GUERRA ATINGIR SEU PAÍS, A BÓSNIA, E DESTRUIR SUA CIDADE, SARAJEVO.
Produção de texto
Você vai escrever uma página de diário ficcional que será avaliada por um colega da classe e afixada no mural. Sua produção deve ser inspirada por uma das imagens abaixo. Observe-as e discuta-as com seus colegas.
FICHA DE AVALIAÇÃO
Avalie o texto, levando em consideração estas perguntas.
Os fatos são narrados a partir do ponto de vista da pessoa que você escolheu?
O texto expressa os sentimentos, pensamentos e opiniões dessa pessoa? Apresenta subjetividade?
A linguagem do texto é adequada ao público leitor?
Há indicação de data?
Sequência Didática
Gestar II – Equipe Pugladas nas mudanças
Elementos estruturadores do texto argumentativo
Sequência Didática – 22.09.2009 (TP 4)
Conteúdo - Elementos estruturadores do texto argumentativo
Objetivo: Identificar e analisar os elementos que estruturam o texto argumentativo, partindo da premissa que esses são a base do estudo sobre o texto.
Turmas envolvidas- 7ª e 8ª série
Passo 1: Ler e discutir o texto “Quem lê mais escreve melhor?” de Walter Armellei Júnior;
Passo 2: Identificar as partes que compõem o texto dissertativo (Introdução, desenvolvimento e conclusão);
Passo 3: Analisar os elementos estruturadores, entendendo a progressão temática neles;
Passo 4: Proceder leituras complementares de editoriais e artigos de opinião em jornais, discutindo-as e socializando-as em plenária;
Passo 5: Identificar os elementos estruturadores nas leituras complementares;
Passo 6: Produzir texto dissertativo-argumentativo a partir dos elementos estudados, observando-se a estrutura de cada um.
Passo 7: Socializar os textos, seguindo-se de produção de painel para exposição de idéias.
Texto- Quem lê escreve melhor? Sim (Walter Armellei Júnior)
A leitura influencia a escrita por vários motivos: o leitor toma contato com novas formas lingüísticas , enriquece o vocabulário , descobre mundos e amplia seus conhecimentos.
É praticamente impossível que um apreciador da leitura não consiga escrever bem.Mas não podemos nos esquecer de que ler exige certas habilidades . Para melhor aproveitamento, o leitor precisa ter capacidade de análise e interpretação.Só assim ele extrai substratos dos livros para seu texto.
Para escrever bem , é preciso ter posição crítica e fazer a leitura do mundo.E quem não lê geralmente fica limitado ao seu mundo .O jornal e os livros ajudam o indivíduo a conquistar novos conhecimentos .Além de enriquecer o vocabulário, ele pode ter contato com o universo .
A televisão pode ajudar a ampliar horizontes mas possui linguagem diferente da escrita. Parafraseando Drummond , diria que escrever só se aprende escrevendo.E lendo muito.
(Folha de S.Paulo,20de maio 1991)
Elementos estruturadores do texto argumentativo
Sequência Didática – 22.09.2009 (TP 4)
Conteúdo - Elementos estruturadores do texto argumentativo
Objetivo: Identificar e analisar os elementos que estruturam o texto argumentativo, partindo da premissa que esses são a base do estudo sobre o texto.
Turmas envolvidas- 7ª e 8ª série
Passo 1: Ler e discutir o texto “Quem lê mais escreve melhor?” de Walter Armellei Júnior;
Passo 2: Identificar as partes que compõem o texto dissertativo (Introdução, desenvolvimento e conclusão);
Passo 3: Analisar os elementos estruturadores, entendendo a progressão temática neles;
Passo 4: Proceder leituras complementares de editoriais e artigos de opinião em jornais, discutindo-as e socializando-as em plenária;
Passo 5: Identificar os elementos estruturadores nas leituras complementares;
Passo 6: Produzir texto dissertativo-argumentativo a partir dos elementos estudados, observando-se a estrutura de cada um.
Passo 7: Socializar os textos, seguindo-se de produção de painel para exposição de idéias.
Texto- Quem lê escreve melhor? Sim (Walter Armellei Júnior)
A leitura influencia a escrita por vários motivos: o leitor toma contato com novas formas lingüísticas , enriquece o vocabulário , descobre mundos e amplia seus conhecimentos.
É praticamente impossível que um apreciador da leitura não consiga escrever bem.Mas não podemos nos esquecer de que ler exige certas habilidades . Para melhor aproveitamento, o leitor precisa ter capacidade de análise e interpretação.Só assim ele extrai substratos dos livros para seu texto.
Para escrever bem , é preciso ter posição crítica e fazer a leitura do mundo.E quem não lê geralmente fica limitado ao seu mundo .O jornal e os livros ajudam o indivíduo a conquistar novos conhecimentos .Além de enriquecer o vocabulário, ele pode ter contato com o universo .
A televisão pode ajudar a ampliar horizontes mas possui linguagem diferente da escrita. Parafraseando Drummond , diria que escrever só se aprende escrevendo.E lendo muito.
(Folha de S.Paulo,20de maio 1991)
Sugestão de atividade -
PLANO DE AULA
CONTEÚDO: Leitura, Compreensão e Produção de Texto – Uso e funções da escrita nas práticas do cotidiano.
OBJETIVO: Acrescentar elementos descritivos, narrativos e dissertativos à imagem, refletindo sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano
CLASSE ENVOLVIDA: 7ª série (8º ano)
DESENVOLVIMENTO:
1. Leitura imagética e observação sobre quais situações a imagem exibida poderia representar, tais como: em jornal, na seção de artigos sobre cultura e fixada no mural da escola.
2. Exibição do vídeo, utilizando o projetor, mostrando um pouco do espetáculo circense.
3. Discussão acerca do que foi visto, coletando opiniões.
4. Produção escrita, utilizando as seguintes questões: a) após observar do que se tratava o espetáculo, produza um texto convidando um amigo para ver o espetáculo; b) Se você tivesse assistido ao espetáculo, como o descreveria a um amigo oralmente; c) Se você tivesse assistido ao espetáculo, como o descreveria a um amigo por meio da escrita; d) Se você fosse responsável por levar a sua turma ao espetáculo, como convenceria a todos.
5. Ao final, serão propostas as seguintes atividades:
Será tomado o vídeo como desenvolvimento de uma dissertação ao trabalho circense, analisando alguns pontos, tais quais:
Como seria a vida de um artista circense (lembrar aos alunos que por trás de um artista, muitas vezes, há uma família toda envolvida, que pode ou não ser composta por artistas, portanto, refletir sobre as condições de vida, o ambiente, etc.);
Como devem preparar suas encenações, ensaiar, etc;
Quais as dificuldades que os artistas devem enfrentar, se são bem aceitos pela sociedade, se enfrentam algum(uns) preconceito(s) e citar qual(is);
Qual será a melhor recompensa para um artista circense, quais alegrias eles devem sentir, etc.
AVALIAÇÃO: Serão avaliados aspectos como: coesão e coerência textual, alteridade, reflexão, aspectos gramaticais, criatividade.
CONTEÚDO: Leitura, Compreensão e Produção de Texto – Uso e funções da escrita nas práticas do cotidiano.
OBJETIVO: Acrescentar elementos descritivos, narrativos e dissertativos à imagem, refletindo sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano
CLASSE ENVOLVIDA: 7ª série (8º ano)
DESENVOLVIMENTO:
1. Leitura imagética e observação sobre quais situações a imagem exibida poderia representar, tais como: em jornal, na seção de artigos sobre cultura e fixada no mural da escola.
2. Exibição do vídeo, utilizando o projetor, mostrando um pouco do espetáculo circense.
3. Discussão acerca do que foi visto, coletando opiniões.
4. Produção escrita, utilizando as seguintes questões: a) após observar do que se tratava o espetáculo, produza um texto convidando um amigo para ver o espetáculo; b) Se você tivesse assistido ao espetáculo, como o descreveria a um amigo oralmente; c) Se você tivesse assistido ao espetáculo, como o descreveria a um amigo por meio da escrita; d) Se você fosse responsável por levar a sua turma ao espetáculo, como convenceria a todos.
5. Ao final, serão propostas as seguintes atividades:
Será tomado o vídeo como desenvolvimento de uma dissertação ao trabalho circense, analisando alguns pontos, tais quais:
Como seria a vida de um artista circense (lembrar aos alunos que por trás de um artista, muitas vezes, há uma família toda envolvida, que pode ou não ser composta por artistas, portanto, refletir sobre as condições de vida, o ambiente, etc.);
Como devem preparar suas encenações, ensaiar, etc;
Quais as dificuldades que os artistas devem enfrentar, se são bem aceitos pela sociedade, se enfrentam algum(uns) preconceito(s) e citar qual(is);
Qual será a melhor recompensa para um artista circense, quais alegrias eles devem sentir, etc.
AVALIAÇÃO: Serão avaliados aspectos como: coesão e coerência textual, alteridade, reflexão, aspectos gramaticais, criatividade.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
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